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COMO ESCOLHER TABLET, NOTEBOOK E SMARTPHONE

17/12/2011 09:06

TABLETS


São, talvez, o elemento mais desejado dos aficionados por tecnologia no momento, da mesma forma que os notebooks viram sua popularização no início da década passada. Mas quais são os critérios a serem levados em consideração na hora de comprar o seu "computador de mão", com tantas opções disponíveis no mercado?

De acordo com o IDC (International Data Corporation), cerca de 450 mil tablets devem ser comercializados no Brasil até o final de 2011. Independentemente de qual você queira, uma coisa é válida de se dizer logo de início: se você pretende comprar um iPad ou um Galaxy por serem "mais populares", levando apenas a fama da marca em conta, muito cuidado - você pode pagar muito caro por um produto que não lhe é indicado.

Tablets

Desta forma, o Olhar Digital preparou um breve guia de pontos-chave que você deve sempre estudar antes de comprar o seu tablet, e descobrir quais dessas vantagens fazem sentido para você. Acompanhe:

Conexão:

No Brasil, é de costume que as empresas de telefonia móvel vendam tablets já com suporte tanto ao sinal wi-fi quanto ao sinal 3G. Aqueles que contém o último, evidentemente, serão mais caros, pois oferecem conexão constante à internet. Boa parte dos vendedores tentará empurrar a venda para esse modelo, então a primeira coisa que você deve pensar é para que você quer um tablet?

Se você é um usuário pouco dependente da internet móvel, não há necessidade do sinal 3G. Usuários deste perfil não tem o hábito de acessar redes sociais constantemente nem a necessidade - corporativa ou pessoal - de abrir e-mails a todo momento. Logo, pagar por Reproduçãoum plano de dados que você não vai usar é gastar dinheiro por nada. Compre um roteador (se bobear, você até já possui um na sua casa), monte uma rede sem fio na sua casa e seja feliz (e econômico). E se você passa grande parte do seu tempo em casa ou no trabalho (que também deve ter uma rede Wi-Fi), o 3G passa a ser ítem supérfluo.

Porém, a conexão 3G pode ser imprescindível para outros: com ela, você pode atualizar qualquer rede social sempre que tiver vontade, além de alguns aplicativos demandarem atualização logo quando são iniciados. Além disso, quem não gosta de fazer streaming de videos durante o almoço? Sem o 3G, isso pode se tornar um problema...


Tamanho da tela

Se você gosta de jogar em seu tablet, ou assistir a vídeos e conteúdo via streaming, exibir apresentações de fotos e outras funções mais visuais, o tamanho da tela é um ponto importante a se notar. Mas vale a dica: maior nem sempre é melhor. Às vezes, uma tela menor comporta uma definição de imagem melhor do que o modelo "maiorzinho".

Reprodução

Isso é especialmente notável quando você assiste videos. Preste atenção na vivacidade das cores, se o quadro é inteiramente capturado na tela ou se você deve expandi-lo manualmente (tipo o "double tap" do iPad) e, em caso de expansão manual, veja se não há alguma alteração no vídeo, tipo quadros serrilhados ou quebrados, como se fosse um arquivo de baixa qualidade.


Sistema operacional

Você curte Android ou iOS? Aposta no ressurgimento do WebOS ou vai de BlackBerry até morrer? Independente da sua escolha, saiba que basear sua preferência de SO apenas no famoso "achismo" popular é uma ideia bem furada. Primeiramente, todos os sistemas oferecem opções de interação: streaming de vídeo nativos, aplicativos oficiais das principais redes sociais, GPS e previsão de tempo - tudo isso compreende a necessidade básica de qualquer usuário - e todas as fabricantes sabem disso.

A gama de aplicativos terceirizados ainda favorece a Apple em números, mas vale lembrar: o Android Market já começa a receber tanta atenção quanto a AppStore - embora a Apple leve vantagem em números, o Google vê seu sistema operacional crescer vertiginosamente, em um ritmo que a empresa da maçã, ao menos por hoje, falha em acompanhar.

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Também pesa na decisão o fato de que o iOS pode ser mais leve e mais seguro, mas é uma plataforma completamente fechada, ao passo que o Android, mesmo com seus problemas de vírus e malwares distribuídos, oferece opções de customização bastante superiores, o que justifica, por exemplo, a preferência de usuários mais técnicos.

Não faremos juízo de valores apontando "qual é melhor" aqui, mas, na hora de comprar um tablet, leve em consideração aquele que mais se adequa às suas necessidades e a seu gosto.
 

Componentes

Até agora, falamos muito da parte de software de um tablet, mas muitos usuários deixam de comprar um tablet porque, por exemplo, a camera não possui uma resolução boa. A grosso modo, os componentes adicionais - uma camera com pelo menos 3 megapixels, entradas para cartões de expansão de memória, suporte a dispositivos externos como caixas de som - tudo isso também tem certo peso na compra, dependendo de que tipo de usuário estamos falando.

Hoje, já existe uma variedade imensa de gadgets desenvolvidos especialmente para tablets: teclados externos, caixas de som, amplificadores de câmeras e antenas são apenas alguns que valem ser citados. O interessante aqui é que você imagine uma ocasião da sua vida em que um determinado recurso seria útil: aquela festa com os amigos, que só teve fotos borradas e fora de quadro, teria sido melhor registrada com uma câmera com mais resolução?


E os "xing-ling"?

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Tablets chineses já foram alvo de matéria aqui no Olhar Digital (veja aqui) - uma que gerou muita discussão, diga-se de passagem.


Um dos principais atrativos dos tablets do outro lado do mundo é o fato de a maior parte deles só dar suporte ao sinal wi-fi. O sistema operacional também já vem de fábrica: Android, normalmente na versão 2.x (e sem possibilidade de atualização). O principal atrativo dos "xing-ling" reside no preço: enquanto iPads e Galaxies saem da prateleira por, em média, R$ 1.500,00, um tablet chinês tem o custo máximo de R$ 750,00.

O interessante aqui é que, normalmente, os "xing-ling" saem das mesmas fábricas de onde saem os líderes de mercado. Embora eles possuam configurações menores tanto no software quanto no hardware, tablets chineses podem ser a opção para quem sempre sonhou em ter um computador de mão, mas não tem a moeda necessária para pagar um.


NOTEBOOK
 

Tamanho da tela
Ao chegar na seção de informática de qualquer varejista, a tela é a primeira coisa que você olha na área de notebooks. Não há como negar: sempre se destacam os aparelhos com as telas maiores e mais cristalinas. Mas será que aquela tela OLED de 17'' é realmente o que você precisa?

Destaque_note


Lembre-se: uma tela grande significa uma armação grande, o que aumenta consideravelmente o peso do aparelho. Se a sua ideia é levar o notebook para todos os lugares (supondo que sua rotina seja movimentada), tente imaginar como isso vai afetar sua coluna, ao colocar um laptop maior na mochila e andar com ele por aí. Desagradável, não?

Outro ponto interessante: a resolução da tela também influencia no preço. Notebooks comuns, de performance média, possuem resolução de 1024 x 768 - mais do que suficiente se você não for um hard user, ou seja, usa o computador e a internet para leitura de e-mails, interage via redes sociais e trabalha com a maior parte dos aplicativos offline.

Agora, se você é daqueles que valorizam aparelhos imponentes ou gosta de assistir filmes e ver fotos na tela do computador, alguns notebooks já disponíveis nas lojas possuem resolução de 1280 x 800, 1366 x 768, 1600 x 900 e até monitores full HD, com 1920 x 1080 pixels. Outros recursos variáveis são a reprodução em 3D e alta definição. Estes são mais caros e exigem um conhecimento um pouco maior de configurações, sendo normalmente destinados a jogadores ou profissionais multimídia.

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A tecnologia empregada nos monitores também conta. Hoje, a tecnologia LED é garantia de imagens nítidas, brilhantes e coloridas - mais que os monitores LCD.

 

Bateria

Notebooks tradicionais oferecem baterias de duração pequena. Mesmo para usuários mais simplistas, haverá aquela ocasião irritante em que você está abrindo um programa ou escrevendo um e-mail, quando, do nada, o notebook apaga na sua frente, dada a falta de energia.

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Serão muito raras as vezes em que você poderá determinar a duração da bateria apenas por olhar o material promocional de um notebook - as fabricantes não costumam divulgar esse tipo de dado. Nestas horas, o melhor conselho é o da pesquisa prévia: procure por fóruns especializados e análises do modelo que você deseja em sites especializados de tecnologia. No tocante à bateria, eles são as melhores fontes para orientá-lo.

Componentes

Antigamente, notebooks eram compostos por teclado, tela e peças internas. Se você quisesse, por exemplo, assistir a um filme em DVD, seria necessário comprar um drive externo apenas para esta finalidade. Hoje, esses modelos são mais raros e foram substituídos por leitores embutidos. A pergunta agora é outra: seu drive apenas lê DVD, ou também os grava? Ele também lê discos em Blu-ray, ou também os grava? Faça um teste na hora de comprar: insira um disco qualquer e preste atenção - o barulho é alto demais? A velocidade com que a reprodução se inicia no computador é baixa demais? Tudo isso pode fazer diferença no preço final.

Outros componentes a se atentar:

  • Memória interna: esse costuma ser um dos principais detalhes a separar um notebook de alto desempenho de um aparelho mediano. De novo: se você roda apenas aplicações básicas, opte por um laptop com pelo menos 1 GB de memória. Uma quantidade menor de memória pode fazer com que você tenha problemas com softwares desenvolvidos mais recentemente, e limitará updates em sua máquina. Já o usuário mais aficionado deve pedir ao menos 2GB, e os gamers devem exigir pelo menos 4 GB, já que essa medida costuma ser a configuração básica exigida para jogos. Com essas quantidades, a maior parte das aplicações deverá rodar simultaneamente sem grandes problemas.
  • Disco rígido: pretende salvar muitos vídeos e músicas no seu notebook? Além disso, pretende instalar aplicativos pesados (mais uma vez, games de PC são o melhor exemplo)? Então procure um HD com mais espaço de armazenamento. Não há uma medida mínima a se obedecer, mas geralmente a regra é: quanto mais, melhor. Usuários que não dão muito valor para download de filmes podem ficar felizes com HDs próximos de 100GB. Já aqueles que curtem fotos e vídeos podem pedir cerca de 500GB de espaço.
  • Entradas auxiliares: notebooks, por padrão, oferecem ao menos uma entrada USB, uma saída VGA (para conectividade com monitores externos), dispositivos de rede via cabo (Ethernet) e captura de rede sem fio (wi-fi 802.11 B/G), para conexão com internet, além de saídas de áudio para inserção de fones e microfones. Isso, para um usuário comum, já está de excelente tamanho. Se você quiser opcionais, considere modelos com saída HDMI (para ligar a um televisor HD, por exemplo, e assistir a vídeos e fotos na telona da sala), mais entradas USB (o ideal é que você tenha pelo menos três) e leitores de cartão de memória (todos os tipos de cartão).

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Garantia e assistência técnica

Você já tem seu notebook em vista. Já falou com o vendedor e fez toda a negociação. Só falta pagar e.... Espere: o que acontece se, por motivos alheios ao seu controle, seu notebook apresente uma falha irreparável?

O suporte técnico do seu notebook é uma parte importante na aquisição do aparelho: além de oferecer a manutenção e o conserto de eventuais problemas, no próprio ato do conserto eles podem aconselhar você em práticas saudáveis de uso, evitando assim futuras visitas.

No ato da compra, sempre verifique o período de garantia. Confirme também se a loja oferece extensão desse período: caso não seja um valor muito alto, vale a pena o investimento, pois estamos falando da segurança do seu equipamento, caso ele falhe em suas mãos. É uma dor de cabeça a menos para você e uma boa economia para o seu bolso no futuro.

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E você? Como foi a compra do seu notebook? Conte-nos sua experiência nos comentários abaixo e nos diga, claro, se algum elemento importante ficou de fora.

 

SMARTPHONE

 

Entende-se por "smartphone" o telefone celular que realiza funções mais aprimoradas que um telefone móvel comum. Via de regra, os smartphones atuais possuem sincronização e leitura de e-mail, alguma forma de integração com redes sociais e reprodução audiovisual mais sofisticada, como conexão ao Youtube, por exemplo. Há modelos mais "parrudos" que oferecem geolocalização, previsão do tempo, ações das principais bolsas de mercado do mundo e extensas lojas de aplicativos para download, que aumentam ainda mais a experiência "inteligente" do usuário.


Smartphones

Em nossa segunda parte do guia de Natal, o Olhar Digital mostra a você o que deve ser levado em consideração quando você quiser comprar - seja para si ou para presentear alguém - um telefone celular mais sofisticado. Sempre lembrando que a principal medida é a sua necessidade: para que você quer um smartphone.

Veja as dicas a seguir e não deixe de conferir a primeira parte do nosso guia, onde mostramos os pontos-chave na escolha de um tablet:
 

Touchscreen ou teclado?

Via de regra, todo e qualquer smartphone dividirá opiniões: se oferecer um teclado, alguém vai reclamar da ausência de uma tela sensível ao toque. Se for uma tela sensível ao toque, a falta de um teclado físico será o mote das insatisfações. Há ainda modelos que oferecem ambos, mas mesmo estes sofrem por alguns julgarem que a oferta de ambos os recursos é "demais".

Teclado QWERTY
Esse é o nome dado ao layout de qualquer teclado da atualidade - no PC ou no smartphone - e foi originalmente criado em 1868. Celulares que ofereçam o QWERTY em suas descrições de produto normalmente são os do tipo "Slider", onde você desliza a parte da frente do aparelho em alguma direção e acessa os botões.



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Touchscreen
A tela de toque foi introduzida ao final da década de 1960, entrando no dia a dia das pessoas poucos anos depois. Consiste em um display capaz de detectar a presença de objetos em determinadas áreas, como uma canetalstylus ou os seus dedos. Celulares mais sofisticados apresentam todas as suas funções acessíveis através de uma tela de toque.

O que se deve considerar aqui é a facilidade de digitação: teclados na tela de toque tendem a responder mais rápido, mas são mais destinados a textos curtos. Quem trabalha com editoração, como é o caso da nossa equipe, teria sérios problemas em digitar textos em uma tela de toque pois elas são mais efetivas, por exemplo, em atualizar o Twitter pelo celular. Já o teclado QWERTY é mais destinado ao uso corporativo: você é um CEO constantemente conectado? Precisa responder aquele e-mail? O QWERTY seria mais indicado para você.


Sistema operacional

Aqui a decisão começa a se complicar: ao contrário dos tablets, onde a predominância de compra reside entre dispositivos iOS e Android, o mercado dos smartphones possui uma grande variedade de opções para você escolher:

iOS
O sistema operacional móvel da Apple já está em sua quinta versão. Até o momento, a Apple é líder na oferta de aplicativos pela sua loja online AppStore e seu sistema é considerado o mais resistente no quesito "segurança". O problema: é um sistema incrivelmente fechado, mesmo com o "jailbreak", que consiste em destravar partes do iOS para rodar aplicativos paralelos. Isso, aliado ao uso obrigatório do pouco amigável iTunes (quando em sincronização com o PC/MAC), desencoraja tanto desenvolvedores quanto usuários pouco técnicos.

Android
O Google revelou o Android em 2007, mas seu desenvolvimento começou em 2005, quando a empresa adquiriu a desenvolvedora de software que dá nome ao sistema. Uma desvantagem dele em relação ao iOS é a segurança: por ser um sistema mais jovem que o iOS e seu concorrente tinha o MacOS como base,o Google teve que aplicar medidas de segurança constantes, através de atualizações de software. Entretanto, o Android Market, a loja de aplicativos do Google, já está bem próximo de alcançar a AppStore na oferta de aplicativos e, aliando isso à natureza open source do sistema, você tem um prato cheio para que desenvolvedores independentes criem aplicações para as mais variadas finalidades.

Sem falar que, enquanto o iOS serve apenas ao iPhone e ao iPad, o Android é um consórcio que lhe confere presença em vários celulares poderosos, produzidos por empresas como Samsung, Sony e LG.

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Windows Phone
A Microsoft criou o sucessor do Windows Mobile e lançou-o em 2010, com o intuito de tirar a imagem "móvel" do seu sistema operacional do mercado empresarial. A ideia do Windows Phone é destinar-se ao público consumidor, oferecendo integração com os diversos serviços da Microsoft, como a Xbox LIVE Arcade, para o caso de você ser um jogador convicto. Assim como o Android, o Windows Phone conta com o suporte de diversas empresas - das quais a de maior destaque é a Nokia (veja mais aqui).

Blackberry OS
O sistema operacional criado pela Research In Motion é definitivamente indicado ao uso corporativo - poucas são as pessoas que adotam o Blackberry para suas tarefas cotidianas. Entretanto, isso não o isola de algumas vantagens: ao contrário do iPhone, você pode sincronizar o Blackberry com vários PCs diferentes e o Outlook Exchange facilita a leitura e envio de emails corporativos. Apesar de em menor quantidade, os aplicativos também são variados, disponiveis via Blackberry Market.

Symbian
A própria Nokia, mãe do Symbian, reconhece: este é um SO que caiu em desuso. Entretanto, o Nokia World 2011, evento da empresa realizado em outubro, apresentou ao mundo a linha Asha, que ainda usa o Symbian e possui integração com redes sociais. Um desses aparelhos é dual-chip e aguenta até 52 minutos de reprodução direta de video. Embora o Symbian esteja em vias de ser descontinuado (a Nokia firmou parceria com a Microsoft para embarcar o Windows Phone), ele ainda respira no mercado brasileiro como uma solução útil para quem não está a fim de gastar muita grana.


Processamento


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Embora isso seja mais relacionado ao usuário técnico, o processamento de um smartphone é ponto-chave para a consideração de qualquer consumidor. Explicamos: é através do processamento que seu smartphone consegue aguentar cargas pesadas de trabalho. Usuários mais leigos tendem a abrir vários aplicativos ao mesmo tempo, exigindo mais e mais, tanto do processador quanto da memória interna - nestas horas, um bom sistema de processamento pode salvar seu aparelho do eventual e irritante crash.

Se você for um usuário mais intenso, o processador mais adequado à sua rotina deve ter no mínimo 1GHz de clock. Esse tipo é encontrado na maior parte dos smartphones mais evoluídos. Se você realmente quiser abusar do seu aparelho, um processador de dois núcleos vai colocar seu smartphone à prova - os lançamentos mais recentes já oferecem dual core.

Agora, se você é um usuário mais metódico, que não usa tantos recursos assim, qualquer processador do mercado serve.


Operadora

O lado financeiro também pesa nessa hora de decisão: depois de você decidir qual é o melhor aparelho para você, veja quais são as condições de compra da operadora. Eles parcelam a compra? Em quantas vezes? Dá a opção de pós e pré-pago? Se for apenas pós, como é o plano e como será feita a cobrança? Em caso de desistência do plano, há alguma carência ou taxa de rescisão a ser paga?

De repente, o aparelho que você quer só poderá ser seu mediante condições de pagamento que você não está disposto a arcar - seja pela vontade ou pela falta de dinheiro. Nestas horas, a única saída viável é: procure outra operadora.

E você, leitor? Já tem um smartphone que lhe agrada? E caso não tenha, qual é seu "objeto de desejo" no momento? Conte-nos por que ele lhe traz tanta alegria e o que você analisou para comprá-lo nos comentários abaixo.

  • Webcam: todo notebook oferece uma webcam. Por padrão, a resolução dela é de 1.3 megapixels, o que garante uma imagem razoável em teleconferências ou chamadas em vídeo via Skype ou Windows Live Messenger. Existem alguns modelos com resolução de 2.0 megapixels, capaz de oferecer uma imagem levemente superior.
  • Processador: assim como a bateria, uma consulta prévia de processadores pode eliminar da sua busca pelo notebook ideal diversas opções que só vão consumir seu tempo. A razão disso: as opções são muitas, todas com influência em consumo de bateria, desempenho de programas e por aí vai. Temos modelos dual-core, quad-core, 32 ou 64 bits - é interessante que você saia em busca de um notebook já com essas informações em mão. De qualquer forma, não se apegue a modelos antigos. A nova linha Core, da Intel, oferece 3 processadores-padrão: o core i3, core i5 e core i7. O primeiro é focado no usuário iniciante. O core i5 é mais direcionado para quem gosta de conteúdo multimídia no computador, como vídeos em alta definição e fotos. O core i7 é direcionado para entusiastas e gamers. Descubra qual o seu perfil e faça uma boa escolha!
  • Placa de vídeo: uma placa de vídeo com memória dedicada costuma ser cara. E não é para menos: ver um filme em 3D não é para ser visto em um notebook de baixa performance. Mas se você não pretende abusar de conteúdo visual, a placa integrada, que vem de padrão na maior parte dos aparelhos, já está de bom tamanho para você.

     

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